Nos últimos tempos, muito se fala dos diferentes tipos de parto e da importância da gestante escolher a forma como deseja ter seu filho. Em todas as opções debatidas, encontramos detalhes e principalmente o desejo de muitas mamães de trazerem seus filhos ao mundo com saúde. Quer saber mais sobre esse tema? Então vem com a gente, porque preparamos uma matéria inteirinha sobre isso.

Os tipos de parto

Bem, a verdade é que não existe um tipo de parto especifico, um tipo que você pense: “nossa é só esse que eu quero, meu filho só pode nascer assim”. Afinal, o que deve levar em consideração é a saúde do bebê, da mãe e a forma como ela se sentirá durante o trabalho de parto.

Sabendo disso, podemos dizer que o parto pode ser então:

Normal

Nele o bebê nasce pela vagina, onde o mesmo encontra-se na posição cefalica. Durante esse procedimento, caso sujam dificuldades para o nascimento pode-se optar por realizar uma incisão no períneo ou o uso , em alguns casos, de analgesia e a indução das contrações com soro contendo ocitocina. Para que este tipo de parto aconteça, deve estar tudo bem com a saúde da mãe e do bebê.

Humanizado

Esse tipo de parto, não é muito um tipo, mas na verdade um método, onde a mulher é quem decide definitivamente sobre os procedimentos a serem realizados, (desde que isso não coloque nenhuma vida em risco). Durante toda a gestação e o nascimento, há o acompanhamento da Doula e há um respeito no tempo, posição e local do nascimento. Além disso, a mulher tem a liberdade de andar, se alimentar durante todo o trabalho de parto. De forma geral, esse método tende a ser o mais natural possível.

Natural

Muito semelhante ao parto natural e humanizado, o parto natural também ocorre pela via vaginal, e se difere apenas pois é realizado sem intervenções, como a analgesia e sem a utilização de oxitocina artificial para estimular as contrações. Assim como, não são realizados procedimentos como a episiotomia.

Cesárea 

Foto: Manu Antunes Fotografia

Uma cirurgia de médio-grande porte, a cesárea é feita via transabdominal. Para esse tipo de parto, é necessário o uso de anestesia, e depois da retirada do bebê é feita a retirada da placenta e a sutura de cada plano aberto. Indicado em casos onde há risco de vida para a mãe e/ou o bebê, a cesárea ainda é realizada de forma indiscriminada no Brasil.

De Cócoras

Geralmente é o parto mais rápido, visto que é auxiliado pela força da gravidade. Como o próprio nome já diz, ele acontece quando a mulher pari na posição de cócoras. Mas, esse tipo só é indicado quando o bebê está na posição correta (de cabeça para baixo) e quando a gravidez não é de risco.

Com fórceps

Realizado com o auxilio de um instrumento, o fórceps, esse parto é realizado quando o neném apresenta alguma dificuldade para sair. Para o uso do fórceps é necessário a realização de episiotomia no períneo para a introdução do fórceps e o posicionamento na cabeça do bebê. Mas, é primordial que ele seja utilizado da forma correta e não oferecer nenhum risco para a mãe e para o bebê.

Leboyer

Conhecido como o parto sem violência. Essa técnica tem como objetivo não estressar o bebê e transformar a sua primeira experiência fora do útero em uma experiência menos traumática. Dessa fora, a ideia é que o nascimento aconteça em um ambiente tranquilo, com pouca luz e barulho e seja o mais parecido possível com o útero da mãe.

Assistido em casa

Como o nome já diz, esse parto acontece na casa da gestante. Ambiente em que ela se sente mais confortável e já está acostumada. Esse tipo de parto costuma ser de longa duração (durante entre 12  a 16 horas) e é acompanhado por uma parteira durante todo o processo.

Na água

Aquele que acontece dentro da água, mas precisamente em uma banheira ou piscina. Nesse tipo de parto a mulher entra na água quando o seu trabalho de parto já está mais avançado e as dores são mais fortes. Com o uso de uma água em temperatura morna, a mulher entra quando as suas contrações estão em um intervalo de 2 a cada 10 minutos e com uma dilatação média de 5cm.

E aí? Qual desses seria ou foi o seu parto? Comenta aqui com a gente